Modo Turbo: Conheça o vilão do clipe de Anitta, Pabllo Vittar e Sonza

Uma entrevista inédita com Eddy Soares, o robô rebolativo do clipe mais esperado da semana

Publicado há uma hora
Por Erlan Bastos
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“Modo Turbo” protagonizado por Luísa Sonza, Pabllo Vittar e Anitta já ultrapassou a marca de 500 mil visualizações até o momento. O clipe lançado nesta segunda-feira (21) trouxe uma roupagem moderna e baseada em games e HQs, Mangás e Graphic Novels. Uma estética bem promissora e com efeitos especiais que fazem do clipe um verdadeiro sucesso.

O clipe traz uma espécie de duelo envolvendo as artistas que parecem personagens de animês e que são teletransportadas para um mundo totalmente gameficado. Um detalhe importante e que chamou a atenção foi o vilão dançarino, o robô rebolativo que é um carioca da gema e existe de verdade.

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A coluna conversou com Eddy Soares, morador de São Paulo atualmente, que contou como surgiu o convite para participar do clipe das estrelas do pop e funk. Segundo Eddy a produtora do clipe entrou em contato com ele e Flávio Verne também e que seria só um bailarino: “Nossa, que responsabilidade da p#! Se já temos as três juntas, já imaginei que o clipe seria f# e muito alto nível e fiquei muito ansioso”.

Sucesso do Clipe

“Eu não consigo por em palavras, estou muito feliz e orgulhoso. Hoje chorei o dia inteiro de felicidade por estar fazendo parte disto, de algo muito grande que eu sempre sonhei. Sempre sonhei em estar em um clipe e trabalhar com arte, isso pra mim está sendo gratificante porque eu sempre sonhei com isto e de onde eu vim que é de São Gonçalo no Rio de Janeiro, onde eu morava eu não acreditava que isto fosse possível. Não acreditava que eu fosse alcançar lugares muitos altos, viver de arte e de dança. Olhar para o eu do passado e do agora, me faz muito feliz por ver as coisas que estou alcançando”.

Referência

“Por ser um homem preto, pobre e de periferia. Eu nasci na favela, isto me deixa muito feliz porque abre porta também para outras pessoas, é um incentivo pra elas sonharem e acreditarem. Também mostra que se eu consegui chegar em algum lugar, outras pessoas também podem e conseguem”.

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