Nany People sobre o conturbado ano de 2020: “Quem não se reinventou, pirou”

Há nove anos em cartaz com 'Tsunany', em janeiro a atriz estreia o musical 'Nany é Pop'

Publicado há uma hora
Por Solange Gomes
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Finalmente o ano 2020 chegou ao fim. Totalmente atípico atingiu negativamente a maioria dos profissionais dos mais variados segmentos. E não foi diferente para a classe artística. Para encerrar de forma positiva esse conturbado ano, a minha entrevistada de hoje é a maravilhosa atriz e apresentadora Nany People. Em uma conversa franca, a humorista pondera a vida profissional, os desejos para o ano que se inicia amanhã e muito mais.

Nany People (Foto: Divulgação)

Nany não irá manter a tradição de passar o réveillon ao lado do grande amigo Mauro. Os dois passam juntos há 25 anos na famosa rua Augusta em São Paulo. Esse ano por conta do coronavírus, a atriz ficará em casa com seus três “doguinhos” e terá uma ceia “muito energizada”, como ela mesma contou à coluna.

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Nany People e seus ‘doguinhos’ ( Foto: Divulgação)

SG- O que você espera de 2021? Algum pedido especial?

NP- A primeira coisa que eu sempre peço, é saúde e trabalho, pois trabalhando pontuamos nossa vida social, política, emocional, turística.

SG- Você tem algum ritual que faz todos os anos para dar sorte ao novo ano que se aproxima? Alguma cor de roupa específica?

NP- Aprendi com a minha mãe, sempre usar uma roupa nova, disso eu não abro mão. Vou usar uma túnica verde, significa esperança. Outra coisa que faço sempre, pulo com o pé direito! Na contagem regressiva 3..2..1.. meia noite, estou eu lá pulando com o pé direito.

SG- Você precisou se reinventar durante a pandemia assim como a maioria das celebridades?

NP- Todos precisaram, quem não se reinventou, pirou, surtou! A primeira coisa que eu precisei fazer foi aprender a mexer na Internet. Fui fazer uma série de entrevistas para o ‘Cidade Jardim Shopping’ à convite do Bruno Astuto, que era pra ser um mês só e foram três, foi a salvação da minha lavoura. Entrevistei pessoas incríveis que eu adoro, aprendi muito. Fiz eventos para outras empresas também online. E no fim do ano me readaptar para fazer um show de humor de uma convenção on line para empresa com 60 funcionários de casa. Como diz um amigo meu, o músico toca para o público, o humorista toca o público. E como fazer isso distante do público? Tive que me reinventar.

Nany People durante a apresentação de ‘Tsunany’ com a presença da atriz Lilia Cabral na plateia ( Foto: Divulgação)

SG- Como está seu espetáculo ‘Tsunany’ nesse novo normal que estamos vivendo?

NP– A gente batizou de ‘Tsunany O Retorno’, porque eu coloquei muitas coisas da pandemia no espetáculo, coisas que passei e todo mundo está passando e tiro partido disso. Mas estou focando mesmo agora no ‘Nany é Pop’, era para ter estreiado em abril, vou estreiar agora em janeiro no teatro Morumbi Shopping. Será um espetáculo musical.

‘Nany É Pop’ estreita em janeiro (Foto: Divulgação)

SG- Depois de vivermos um 2020 totalmente atípico, qual aprendizado você levará para a vida?

NP- Precisamos aprender a sermos uma boa companhia para nós mesmos. E eu aprendi nos sete meses que passei em casa que quanto mais a gente tem, menos a gente precisa. É libertador a gente não precisar de muita coisa. Tem um trocadilho que sempre falo: A gente pode, pode mas não deve, ou se deve, não precisa. Aprendi a conviver comigo mesma e a dizer “não” a coisas que não me levaria a nada.

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