Antônia Fontenelle revela que posou para a Playboy em momento de dificuldade financeira

Apresentadora posou para a revista aos 40 anos de idade

Publicado em 3/8/2021
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Antônia Fontenelle continua sem papas na língua! Em entrevista ao 4TalkCast, a apresentadora do Na Lata, no YouTube, falou sobre o motivo que a fez posar para a Revista Playboy, aos 40 anos de idade, logo após a morte do marido, o diretor Marcos Paulo.

A artista revelou que optou por fazer as fotos, já que estava em um momento de muita dificuldade financeira e viu ali, uma luz no fim do túnel.

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“Na época que ele morreu, a sorte era que eu estava fazendo novela e não passei fome. Em seguida, fiz a Playboy. Fiz a revista pois não tinha onde cair morta. Na época, não fui em nenhum lugar e falei que meu marido morreu por isso que posei na Playboy”, disse.

E continuou, revelando que de fato, estava sem dinheiro para sobreviver: “Eu falava: ‘Gente, fiz 40 anos, não tenho celulite e quero mostrar para vocês. Mas a verdade é que eu estava dura”, revelou.

Antônia Fontenelle. (Foto: Reprodução/Instagram)

Acusada de xenofobia, Antônia Fontenelle se defende

Antônia Fontenelle usou seu canal do YouTube para se defender da acusação de xenofobia em uma fala criticando o caso do DJ Ivis, que agrediu a ex-mulher, Pâmella Holanda.

“Eu sou aquela pessoa que nunca deixa ninguém sem resposta. Eu não vou citar o nome do delegado hoje aqui porque presente a gente só dá no Natal e no aniversário e hoje não é nenhum dos dois. Seria, ao meu ver, um presente, citar o nome do delegado aqui no meu canal”, iniciou ela.

“Esse delegado da polícia civil de João Pessoa, que eu não vou falar o nome, instaurou um inquérito policial para apurar um possível crime de racismo praticado por mim. Eu não cometi crime nenhum. Isso tá mais que óbvio. É uma covardia o que estão fazendo comigo desde que eu usei a palavra ‘paraíba’ para o DJ Ivis, agressor de mulher. Isso, graças à campeã do ‘BBB’”, disse ela, citando Juliette.

“Eu acho que o delegado não conhece a minha história. Eu sou nordestina como você. Mas eu não faço barulho no nordeste. Faço barulho no Brasil inteiro. Sou respeitada no Rio de Janeiro. Eu acordei sendo chamada de puta, vadia… Eu faço o que? Processo o estado inteiro? Vocês querem que eu me ajoelhe e peça perdão por algo que eu não fiz? Quando eu estou errada, eu vou lá e faço. Já fiz casamento errado, namoro errado e vim aqui falar. Mas não venham tentar fazer política com o meu nome que eu não vou permitir”, desabafou.

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