Ex-jogador de futebol Elder Henrique volta a São Paulo para escrever nova história como tatuador

Publicado há uma hora
Por Redação
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O Mineiro, que já jogou no time de base do Santos e chegou a disputar a série A3 do Campeonato Paulista, retorna para a capital após ser convidado para integrar a equipe de tatuadores do Náutica Tattoo

Depois de 20 anos, após jogar no time de base do Santos e no Águas de Lindóia, onde disputou a série A3 do Campeonato Paulista, o ex-jogador de futebol e tatuador Elder Henrique de Moraes Pereira, de 36 anos, está de volta a São Paulo. O artista está de mudança para a capital Paulista, onde integrará a equipe de um dos maiores estúdios de tatuagem do Brasil, o Náutica Tattoo, responsável por tatuar os maiores craques brasileiros, entre eles Neymar, um dos principais nomes do futebol brasileiro e mundial, além de artistas e celebridades.

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Elder, que é natural de Varginha (MG), jogou na equipe Sub 17 do Santos em 2000, treinando ao lado de grandes atletas, como Robinho e Diego. Em 2001 se mudou para Águas de Lindóia, no interior de São Paulo, onde se profissionalizou e disputou a série A3 do Campeonato Paulista. “Sempre foi um sonho para mim morar em São Paulo, primeiro como jogador e agora como tatuador. Eu ia para São Paulo participar de grandes convenções de tatuagem e me perguntava quando eu iria morar lá e essa hora chegou”, explicou o ex-atleta, que deixou o futebol aos 22 anos em função de uma lesão no tornozelo.

O mineiro relembrou do início de sua carreira como tatuador e dos objetivo que tinha na época. “Eu estava começando ainda e pensava no meu sonho de tatuar nos melhores estúdios do Brasil, de ser um grande tatuador e, aos poucos, com muito estudo e trabalho, as coisas foram acontecendo. Hoje, após oito anos de carreira, acabei empreendendo e estou a frente do Studio 766 em Varginha, que é hoje o maior e mais conceituado estúdio de tatuagem do sul de minas, onde já tive a chance de tatuar vários atletas profissionais que passaram pelo time profissional do Boa Esporte”, explicou Elder.

Segundo ele, a possibilidade de estar em São Paulo e tatuar na Náutica Tattoo significam “ir para um time grande da tatuagem”, além de aproximá-lo da meta de tatuar grandes nomes do futebol. “Esse sempre foi meu objetivo. Para mim, tatuar jogadores é uma forma de voltar a viver o futebol. Já tive a oportunidade de deixar minha arte em atletas no começo de carreira que depois cresceram dentro do futebol, e também em alguns atletas já estabelecidos no esporte, como o Leandrinho, que atua seleção Brasileira de Basquete e já foi campeão da NBA”.

A tatuagem também deu a oportunidade para Elder conhecer a Europa, já que durante três meses trabalhou em um estúdio de tatuagem localizado em Paris. “Esse era mais um grande sonho pra mim como jogador. Levar minha arte pra outros lugares do mundo foi algo muito grandioso. Em Paris também pude conhecer pessoalmente Neymar, Thiago Silva e Marquinhos, que são craques da seleção brasileira, além de todos os outros jogadores do Paris Sant-Germain, quando tive a chance de passar um dia no Centro de Treinamento deles ao lado desses atletas”, acrescentou.

Pai de jogador

Elder também aproveitará sua mudança para São Paulo para investir ainda mais na carreira do filho Hugo, de apenas 8 anos, mas que já dá sinais de que será um grande jogador, assim como o pai. “Levo meu filho desde os dois anos de idade para o campo nos finais de semana. Comecei a perceber que ele gostava mesmo de bola, que levava jeito e desde então eu fiz um trabalho de treinamento com ele. Ensinava fundamentos, como correr, como chutar e o Hugo foi aprendendo”, destacou o ex-jogador.

Segundo ele, o menino foi matriculado em uma escolinha de futebol aos cinco anos e desde então participa de campeonatos . O ex-jogador, inclusive, afirma que Hugo já começa a escrever uma história muito semelhante a dele, já que, recentemente, ao participar de um torneio onde tinha um olheiro do Vasco, o garoto foi selecionado pra fazer um teste no time carioca em 2021.

“Isso fez eu relembrar a minha história. Quando eu tinha 11 anos o Vasco queria me levar pro Rio de Janeiro, mas como eu era muito novo não pude ir”, explicou. O bom desempenho do filho tão cedo é motivo de orgulho para o tatuador. “Confesso que foi uma grande surpresa pra mim. Não esperava que, em meio a tantos pequenos atletas, ele já despertasse a atenção de um olheiro assim tão rápido”.

Na capital paulista, Elder quer dar oportunidade do filho jogador na base de um time grande. “Eu tive essa chance e quero que ele tenha também. Tenho certeza que em breve muitas coisas boas irão acontecer e várias portas irão abrir, porque quem acredita nos sonhos e tem Deus no coração nada irá interferir nisso”, concluiu.

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